Alemanha - 2021
Dir.: Kevin Kopacka
Casal passa a eternidade preso em um castelo, até que as poucos sua realidade começa a mudar.
Filme alemão pra lá de esquisito, que é mais drama do que terror.
Casal passa a eternidade preso em um castelo, até que as poucos sua realidade começa a mudar.
Filme alemão pra lá de esquisito, que é mais drama do que terror.
Homem desaparece no deserto enquanto fazia trilha.
Ele nunca foi localizado, mas anos depois sua câmera foi encontrada e vai revelar o horror que ele presenciou.
É baseado em um desaparecimento real, mas é um mocumentário, então já viu, né? É aquele enrolação fingindo um documentário pra ter 10 minutos de terror xoxo nos minutos finais.
A idéia talvez rendesse um ótimo curta.
Ah sim, segundo o IMDB ainda vem continuação por aí...
(LA CUEVA)
5 amigos viajando pelo litoral espanhol tem uma idéia bem original: entrar em uma caverna, sem nennum tipo de preparo pra isso, quando na verdade isso é a entrada para um verdadeiro labirinto.
Obviamente els vão se perder lá e, pior, como ninguém sabe aonde estão, fica impossível serem resgatados.
É um found footage, que começa igual a todos: brincadeiras, zoação, a apresentação de seus personagens desinteressantes, e por aí vai.
Presos, sem água ou alimento, eles vão ter que tentar sobreviver ao mesmo tempo que tentam achar a saída.
Acaba sendo razoável, pois consegue captar a tensão, a angústia e o desespero de estar presos em um lugar claustrofóbico e passando perrengue.
Nave viajando pelo espaço é atraída pela gravidade de um planeta desconhecido, e seus integrantes vão descobrir que a população já se encontra extinta, mas o que os exterminou não.
Equivocada obra soviética baseada em um livro, e que pelo menos é curta, nem chega a 1h e 10 min.
A parte "científica" é interessante, com a tripulação explorando o planeta o que incluí uma nave abandonada e depois a descoberta de que a escuridão esconde um ser agressivo.
Só que essa parte, com seus deliciosos trajes de astronouta e um veículo explorador pra lá de estranho, é curta demais.
O resto trata de amores impossíveis, divagações filosóficas e encheção de linguiça. Ainda tem alguma coisa sobre uma aliança entre povos, não fica claro, mas parece envolver ET's, e que poderia ser melhor explicada/explorada.
Ah sim, o pôster é show.
Mocinha viaja para uma cidade praticamente deserta para reencontrar o pai, um artista plástico.
Ao chegar ela não encontra o coroa, mas faz amizade com um trisal e fica pra lá pra cá com eles, até entender o que está rolando no local.
Só que a cidade é vítima de uma maldição, e seus moradores estão se tornando zumbis.
Esqueça "Walking Dead" e o remake de "A Madrugada dos Mortos", porquê aqui o ritmo, de zumbis e direção, é pra lá de lento.
A dupla de diretores, uma delas roteirista do segundo filme de Indiana Jones, aposta mais numa direção de arte estilossíma (a casa do artista plástico é um barato em termos de visual) e em cenas que causam incômodo, como uma logo de cara com a apresentação de um albino sinistro em um posto de gasolina; depois uma cena num supermercado e outra em um cinema, além de uma de morte violenta, depois de o personagem surtar e se cobrir de tinta.
É preciso paciência para se assistir devido a lentidão, mas é muito criativo em sua proposta.
O filme teve problemas de financiamento, e só foi lançado 2 anos depois de pronto, graças a um francês que teria colocado dinheiro no projeto para sua conclusão.
Sorte nossa.
Aquele mesmo vírus do "Extermíno", de Danny Boyle se espalha na Argentina, deixando nossos vizinhos furiosos e se matando.
Só que o vírus deve ter mutado, porque depois de cometerem atos de violência, os infectados ficam meio fora do ar por 32 segundos, que é o tempo que casa um tem pra cuidar de sua vida antes de ser morto.
No meio do caos, e presos em um clube deserto, um homem tenta ajudar a mulher a dar à luz, enquanto a vigia noturna do lugar tenta manter a filha em segurança.
Além de "Extermíno", ainda tem uma sequência já vista na "Madrugada dos Mortos".
Mas, apesar das incríveis semelhanças, acaba funcionando como um bom filme de suspense e terror.
(DACHRA)
(VELD)
URSS - 1987
Dir.: Nazim Tulyahodzhayev
Casal dá um aparelho de realidade virtual para os filhos e o brinquedo começa a afetar as crianças, além de trazer de volta a vida os entes queridos dos moradores da vizinhança.
Ficção científica da URSS baseada na obra de Ray Bradbury, feita visivelmente com pouquíssimos recursos.
Ao contrário do cinema de ficção da URSS, esse aqui é mais sombrio, pessimista, e talvez já meio que antecipasse o fim do país.
A trama em si parece ser um paralelo a isso: um equipamento (estado) que interfere na vida do cidadão comum, fazendo-o ver o que não existe e cooptando-o a seu interesse, eliminando a vontade própria (as crianças chegam a se voltar contra os pais influenciadas pelo "brinquedo").
A imagem é ruim, é meio lento, mais vale como curiosidade do cinema da extinta URSS.