domingo, 11 de abril de 2010

A CAIXA

(THE BOX)
EUA - 2009
Dir.: Richard Kelly


Norma e Arthur (Cameron Dias, de "As Panteras" e James Marshall, da trilogia "X-Men") encontram um embrulho em sua porta, e ao abrir se deparam com uma caixa com um botão. A caixa está fechada, e um bilhete diz que um tal Steward entrará em contato com eles. No dia seguinte o cara aparece (Frank Langella, que foi Drácula num filme de 1979, e esquelo no filme do He-Man), carregando uma horrível cicatriz de queimadura no rosto, ele explica que se eles optarem por abrir a caixa com a chave que ele lhes dará, alguém, que eles não conhecem, morrerá e em troca o casal receberá 1 milhão de dólares, que ele mostra a Norma na mala que carrega, sendo que eles não podem falar sobre a caixa com ninguém.
Ela conta ao marido, que acha a história absurda, mas devido a dificuldades financeiras e certa descrença na história, ela aperta o botão. No dia seguinte Steward aparece com o dinheiro.
A partir daí eles se veêm no meio de uma conspiração que envolve raios, portais dimensionais, expedição a Marte (que aparentemente nada tem a ver com a trama) e a possibilidade de que a caixa pode ser entregue a alguém que eles não conhecem.
Começa intrigante, depois fica confuso e nunca explica ao certo o que é Steward, que aparentemente mantém contato com Deus e está testando a raça humana.
Baseado em um conto, parece que faltou alguma coisa no roteiro.

terça-feira, 6 de abril de 2010

PHENOMENA

(PHENOMENA)
Itália - 1985
Dir.: Dario Argento


Filha de famoso ator americano, Jennifer (Jennifer Connelly, do primeiro Hulk) vai estudar em um internato suíço e é alertada pelas demais alunas sobre um assassino (de luvas pretas, óbvio) que anda diminuindo a população de jovens da região. Sonâmbula, ela presencia um assassinato e vai parar na casa de um entomólogo, John McGregor (Donald Pleasence, da série Halloween) que lhe dá conselhos sobre como tratar o sonambulismo, e a quem ela revela seu segredo: uma estranha capacidade de entender e ser entendida pelos insetos, habilidade que vai lhe ser útil quando ficar frente a frente com o psicopata-italiano-de-luvas-pretas.
McGregor a instiga a participar das investigações sobre os assassinatos, já que ele mesmo perdera uma assistente para o assassino e agora colabora com a polícia. Como curiosidade, a assistente de McGregor, paralítico, é uma macaca, e ele dá à Jennifer uma mosca, que atraída pelo odor dos cadáveres a guia até o local dos assassinatos (na verdade os corpos estavam em outro lugar, e isso não é explicado).
Lógico que Jennifer vai ficar na mira do psicopata, cuja história tem um quê de "Pague Para Entrar, Reze Para Sair".
Escola para moças; protagonista em solo estrangeiro; assassino que é personagem secundário (no caso quase figurante) da trama; explicação científica de certos fatos... Não é bom nem ruim, tem um toque surreal com a história dos insetos, mas fica a sensação de déja vu para quem assistiu os primeiros filmes de Argento.
Desnecessário dizer que a técnica é ótima, com bons enquadramentos, cenas noturnas e, pouquissímo gore.

domingo, 4 de abril de 2010

PRELÚDIO PARA MATAR

(PROFONDO ROSSO)
Itália - 1976
Dir.: Dario Argento


Músico inglês morando em Londres, Marcus Daly presencia um assassinato à noite, em um apartamento, após sair do bar aonde trabalha. Ele invade o local, mas o assassino foge e então o músico e mais uma agitada reporter em busca de fama, decidem investigar o caso.
A assassinada era uma vidente, que durante uma sessão de exibição percebe entre os presentes a presença de um assassino, a quem associa uma música infantil. Com a ajuda de um amigo da morta eles chegam a um livro infantil que faz referência a uma casa mal assombrada.
Enquanto isso Daly se torna suspeito, principalmente depois que o amigo da morta e a escritora do tal livro morrem de forma brutal.
O final revela um assassino surpreendente.
Considerado o melhor filme de Dario Argento, é seu filme com mais alta cotação no IMDB.
Quem viu "O Pássaro das Plumas de Cristal" vai notar muitas semelhanças: estrangeiro em solo italiano que decide investigar o crime por conta própria; luvas negras (mas isso todo filme de terror / suspense italiano tem); o protagonista que vê algo fundamental para a solução do caso, mas não se lembra o quê; um assassino que é um dos personagens secundários da trama, além de um pseudo-psicopata; e a incompetência da polícia para resolver o caso, só chegando na hora agá.
Mas a técnica perfeita de Argento faz qualquer história parecer original.

sábado, 3 de abril de 2010

VÍRUS

(CARRIERS)
EUA - 2009
Dir.: Alex Pastor / David Pastor


Brian (Lou Taylor Pucci, de Star Trek), a namorada Bobby, o irmão dele, Daniel e mais uma amiga desse, Kate, caem na estrada rumo a praia aonde os irmãos costumavam ir. O objetivo é fugir de uma violenta, 100% letal e altamente contagiosa infecção por vírus que está dizimando a população do planeta. A regra é: os doentes já estão mortos, então não devem ter qualquer tipo de solidariedade por parte do quarteto.
Na estrada eles encontram Frank (Chris Meloni, das telesséries Law & Order - S.V.U. e OZ), que tentava levar a filha de oito anos contaminada até uma cidade próxima, aonde supostamente teria sido encontrada uma cura, mas ficou sem gasolina. Ele ataca os garotos, esses perdem o carro, mas acabam tomando o de Frank, que é levado junto com a filha (num raro gesto de solidariedade) até a tal cidade aonde são sumariamente abandonados.
O quarteto segue em frente, até uma das moças ser contaminada e ter o mesmo destino, com a recomendação de arrumar um lugar confortável para morrer. Depois chega a vez de um dos irmãos ser a próxima vítima da doença.
Apesar dos elementos, não é um filme de terror, e sim um drama em meio a um cenário apocalíptico, nos moldes do recente "A Estrada". Aqui não tem zumbis ou semelhantes correndo alucinadamente pra lá e pra cá, apenas um vírus semelhante ao Ebóla, sem possibilidade de cura.
Segue a receita tradicional do grupo de amigos que é obrigado a sacrificar alguém do grupo pra sobreviver.
É barato, bem feito e conta com honestidade sua história. Não é nenhuma obra prima, mas é diversão acima da média do que se vê atualmente.

domingo, 28 de março de 2010

PRISIONEIROS DA MAGIA

(KRABAT)
Alemanha - 2008
Dir.: Marco Kreuzpaintner


Passado em 1646, narra as aventuras de Krabat, adolescente, órfão devido a peste, e que vive de esmolar em uma Alemanha devastada pela Guerra dos 30 Anos. Ele ouve um chamado que lhe diz para ir até o moinho de Schwarzkolm, aonde é recebido por um mago que lhe dá abrigo e comida, além de lhe iniciar nas artes da magia negra, assim como aos demais jovens que moram no tal moinho.
De tempos em tempos o lugar é visitado por uma figura sinistra (que parece o Imperador de "Guerra nas Estrelas"), para quem na verdade o tal mago trabalha.
A coisa corre bem até que Krabat e Tonda (Daniel Brühl, de "Adeus Lênin"), um dos meninos do local, se apaixonam por 2 garotas de um vilarejo próximo e Tonda alertar que o mago não deve saber disso. Quando o mago descobre, Tonda é morto e então o grupo descobre a verdade: eles são o que diz o título em português, e estão ali apenas para servir de fonte de vida para o tal mago, e é necessário reagir para manter suas vidas.
Bem cuidada produção alemã, com efeitos simples e boas fotografia, direção e edição.
Vale como passatempo.

QUARTO 205

(KOLLEGIET)
Dinamarca - 2007
Dir.: Martin Barnewitz


Katrine, recém orfã de mãe e recém moradora do alojamento de uma faculdade tem que lidar com os difícies antigos moradores do local e um fantasma que assombra os corredores do lugar.
Terror dinarmaquês que pega carona no terror oriental em trama que lembra a do tailandês "Dorm".
Tudo o que é mostrado aqui já foi visto antes, com a diferença da língua, da loirice da morta e da curiosa forma de se livrar do fantasma da atormentada, que nem precisa dizer que foi maltratada quando em vida, e agora pertuba os vivos.
A técnica é boa, mas fica a sensação de tempo perdido.

sábado, 27 de março de 2010

MEDO

(DREAD)
Inglaterra - 2009
Dir.: Anthony DiBlasi


Stephen, estudante de cinema, é convencido por Quaid, um amigo estudante de filosofia, a fazer um documentário sobre o que as pessoas mais tem medo. A eles se juntam Cheryl, e o projeto consiste em entrevistar pessoas de modo a elas exporem seus temores.
Cada um deles tem seu próprio trauma e isso vai ser usado contra os demais quando um deles surtar eresolver levar a coisa mais adiante, como forma de tentar curar seus medos pessoais.
Baseado em conto de Clive Baker, tem produção do próprio. Parece daqueles filmes que vão engrenar a qualquer momento, mas isso nunca acontece e é um tremendo desperdício de tempo.
O fim ainda apresenta um projeto de assassino a la "Jogos Mortais", mas nada se salva por aqui.

domingo, 21 de março de 2010

PASSAGEIROS DA NOITE

(SHUTTLE)
EUA - 2008
Dir.: Edward Anderson


2 amigas chegam a Nova Iorque de viagem ao México e pegam um micro-ônibus para irem para casa. A elas se juntam 2 amigos também chegando de viagem, contra a vontade do motorista. Além dos 4, ainda há um homem de meia idade, que se mostra um tremendo covarde.
O motorista pega um caminho alternativo, por ruas desertas, e quando um pneu fura ele mostra a que veio: um sádico que mantém os 5 passageiros como reféns sob a mira de uma arma.
As tentativas de reação dos jovens se mostram inúteis, e um deles é brutalmente assassinado quando param em um supermercado e ele obriga uma das moças a fazer compras (no fim se explica o porque dessas compras).
Depois de uma reviravolta, o outro rapaz é morto, e resta as 2 tentar escapar do psicopata.
Filme violento que nunca apela para o gore. As mortes são em on, mas sem o exagero característico dos filmes recentes, e apela mais para o suspense do que para o terror.
É um tanto improvável, até porque os reféns tem pelo menos umas 3 chances de se livrar do seu raptor, mas sempre o deixam vivo. Alguns minutos a menos também não fariam falta.
Mas, independente disso, é um filme interessante, cruel em todo o seu desenvolvimento e sem se furtar a também sê-lo no final pessimista.
Bom primeiro filme do diretor, é impossível ficar indiferente ao terror da situação apresentada em cena.

terça-feira, 16 de março de 2010

O RETORNO DA MALDIÇÃO

(LA TERZA MADRE)
Itália - 2007
Dir.: Dario Argento


Terceiro filme da trilogia das mães, de Argento, sobre a bruxa que faltava: a Mãe das Lágrimas (Moran Atias, nua ou seminua quase todo o tempo)
Após escavações num cemitério antigo, um caixão é descoberto contendo, além dos ossos do defunto, uma urna com estranhos objetos dentro e uma túnica.
O padre da paróquia decide remeter o achado para um amigo em Roma, mas as duas ajudantes desse decidem abrir a urna por conta própria e enquanto Sarah Mandy (Asia Argento, filha do diretor) vai procurar um dicionário de Aramaico, Giselle (a outra curiosa) é brutalmente assassinada, fato presenciado por Sarah que consegue fugir e conta sua história a polícia, que obviamente não acredita.
A partir daí, enquanto Sarah se torna suspeita do crime, Roma mergulha no caos, com as ruas sendo tomadas por delinquentes, estupradores, vândalos de todo o tipo, além de uma onda de suicídios sem explicação.
Quanto a Sarah resta refazer a trilha da urna: procurando o padre que a enviou ela chega a Marta Colussi, que lhe revela detalhes sobre sua mãe (com referências aos dois filmes anteriores) e sobre um alquimista que poderia ajudá-la a destruir a bruxa.
Enquanto isso, um rastro de sangue vai surgindo atrás de Sarah, pois as bruxas de todo o mundo agora rumaram para Roma, em uma espécie de conferência visando jogar um mundo no caos e criando uma segunda era das bruxas.
Argento aqui abandona o cuidado estético do primeiro e uma certa falta de idéias que marcava o segundo. A fotografia é comum, mas há gore, sangue e violência em profusão.
O cartão de apresentação se dá logo no início, com um brutal assassinato, aonde uma coitada tem a boca destroçada e depois é estrangulada com as próprias tripas. Seguem: olhos perfurados, gargantas cortadas, membros decepados à facão, empalamento, cabeça esmagada, e outros.
O ritmo é bom, a trama é amarrada, e fecha em grande estilo uma das 2 famosas trilogias de Argento.

quinta-feira, 11 de março de 2010

TERROR NO PÂNTANO

(HATCHET)
Dir.: Adam Green
EUA - 2006


Dois amigos entediados com o carnaval de Nova Orleans resolvem fazer um passeio noturno pelos pântanos da região para verem supostos fantasmas. A eles se juntam 2 pretensas atrizes, um pretenso diretor, um jovem de poucas palavras e um casal de velhos, além do piloto do barco.
A princípio o único perigo seriam os crocodilos da região, mas o que eles não sabem é que o lugar esconde um homem deformado, criado pelo pai escondido da sociedade, e que agora passa seu tempo fazendo em pedaços os turistas desavisados que por lá aparecem.
Esse já foi visto antes com o nome de Sexta-Feira 13 (inclusive o deformado e seu pai são interpretados pelo já mítico Kane Holdder, intérprete de Jason em alguns filmes, Haloween, e etc, etc, etc, etc, etc...
Boa ponta do também eterno Candyman, Tony Todd; e mais ponta de Robert Englund, que dispensa apresentações.
As mortes são todas com direito a muito sangue, tripas, cabeças arrancadas, membros separados do corpo e por aí vai.
Tenta ser engraçadinho, mas vai agradar apenas a fãs de gore e do"quanto pior melhor". E ainda vem continuação...
Tem ainda uma sequência aonde eles encontram uma lanterna, mas nós nos perguntamos porque, se a luz da produção ilumina tudo muito bem.

domingo, 7 de março de 2010

CANIBAL

(GRIMM LOVE)
Alemanha - 2006
Dir.: Martin Weisz


Produção alemã falada em inglês, também conhecida como Rohtenburg e Butterfly: A Grimm Love Story, se baseia na vida de Armin Meiwes que cortou e devorou o pênis de Bernd Jürgen com o consentimento desse, que também saboreou a iguaria (era seu fetiche ser devorado vivo) antes de morrer.
Estudante de psicologia, Katie Armstrong (Keri Russell, a eterna "Felicity") se interessa por um caso aonde um homem busca na internet um homem a quem pudesse, literalmente, comer e acaba encontrando. Os nomes foram alterados para Oliver Hartwin (o açougueiro) e Simon Grombek (o jantar e convidado de honra).
Katie investiga o passado de ambos, um abandonado pelo pai aos cuidados da mãe dominadora; o outro se sentindo culpado pelo suícidio da mãe desequilibrada e desejando se devorado como forma de espiar seus supostos pecados.
É um filme incomum, meio documental, aonde o terror está presente no absurdo da situação, pois não há um psicopata a solta nem fantasmas atormentando mortais. Os fãs do terror não devem se interessar muito, pois nem a cena da castração é mostrada em on.
O filme chegou a ser proibido na Alemanha; não é nenhuma obra revolucionária mas é um bom passatempo. Foi esse aqui que garantiu a Weisz a direção da continuação de "A Viagem Maldita" nos EUA.

MUSALLAT

(MUSALLAT)
Turquia - 2007
Dir.: Alper Mestçi


Suat viaja para a Alemanha para tentar ganhar a vida, e deixa a mulher com a mãe no vilarejo aonde morava, no interior da Turquia.
Além de sentir saudades da terra natal, ele começa a ser aterrorizado por assustadores pesadelos envolvendo a mulher e a filha. Ele decide voltar para casa, mas é convencido por um amigo a procurar ajuda com uma espécie de místico, que percebe haver algo errado espiritualmente com o rapaz.
A ajuda não adianta, e ele acaba morto de forma misteriosa.
O filme pula então para a segunda parte, aonde seremos apresentados ao que atormentava e matou Suat.
Terror turco que começa arrastado e confuso, mas depois dá uma guinada interessante e apresenta, na forma de lendas locais, o que estava por trás dos pesadelos e da morte do protagonista.
É uma produção simples, de efeitos banais, mas que impressionam em pelo menos uma passagem no fim, e ainda mostra uma corajosa morte de um recém nascido, coisa rara mesmo nos filmes de terror.
Vale pela curiosidade e por retratar as lendas de uma cultura habitualmente não explorada nos filmes do gênero e mostra também que os turcos são capazes de coisas melhores do que refilmar, na forma de trash movie, filmes como E.T., Stars Wars, etc.

sábado, 6 de março de 2010

TRIANGLE

(TRIANGLE)
Inglaterra / Austrália - 2009
Dir.: Christopher Smith


Greg convida os amigos Downey e Sally, que levam a amiga Heather, para um passeio de iate. Além deles, vão junto Victor, seu ajudante, e Jess (Melissa George, de "30 Dias de Noite") mãe de um menino autista.
Em alto mar eles são surpreendidos por uma estranha mensagem no rádio e uma violenta tempestade, que vira o barco. Perdidos, são resgatados por um navio antigo, aparentemente deserto, salvo por uma pessoa vista de relance na amurada. Vagando pelos corredores do navio encontram o chaveiro de Jess, e passam então a serem perseguidos e mortos por um mascarado. Única sobrevivente, Jess descobre estar presa em uma espécie de desvio de tempo, aonde as situações vão se repetindo, com pequenas variações.
Resta a Jess, que descobre o que está acontecendo, tentar salvar a si e os amigos.
Narrado como se fosse um pesadelo, é longo demais e se torna cansativo, mas tem uma trama curiosa que amarra todas as pontas no final, explicando a apatia de Jess, o chaveiro, a mensagem no rádio, etc...
Triangle é o nome do iate, e não uma referência ao famoso Triângulo das Bermudas.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

QUATRO MOSCAS NO VELUDO CINZA

(FOUR FLIES ON GREY VELVET)
Itália - 1971
Dir.: Dario Argento


Músico é seguido por um homem e acaba matando-o acidentalmente, sendo fotografado por uma figura misteriosa usando uma máscara.
Ele passa a receber fotos e outros objetos, sem saber quais os objetivos do suposto chantagista, visto esse nunca pedir dinheiro.
Aconselhado por um amigo, ele contrata um detetive particular, mas esse também termina morto.
Depois que a nova namorada morre, a polícia entra no caso e a solução para o mistério pode estar na retina da vítima: partindo da suposição de que o morto registra na retina a última imagem vista antes da morte, a polícia submete os olhos da vítima a um experimento e o resultado é o título do filme.
O terceiro filme de Argento foi rodado no mesmo ano de "O Gato de Nove Caudas", e é o terceiro filme da trilogia dos animais, em sequência a "O Pássaro das Plumas de Cristal".
A habitual boa direção em uma trama Hitchockiana. Destaque para um afetadíssimo detetive gay, que em 3 anos não resolveu nenhum dos 84 casos em que esteve envolvido. Tem ainda uma participação de Bud Spencer como Deus, não o criador, mas um amigo do protagonista.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

TEMNYE VODY

(TEMNYE VODY)
Rússia / Itália / Inglaterra - 1993
Dir.: Mariano Baino


Elizabeth chega a um convento localizado em uma ilha de um país incerto, provavelmente no leste europeu, para tentar saber mais sobre seu passado. O local é quase medieval, não tem eletricidade e as freiras vivem em completo isolamento.
Ela espera encontrar uma amiga que vive lá, mas depois descobre que a moça morreu, e que o lugar vive às voltas com um mistério que envolve um antigo amuleto. Depois de travar amizade com uma das freiras, elas começam a investigar os motivos da morte de Thereza, a tal amiga.
Produção multinacional, com diretor italiano e roteiro que lembra o de “Suspiria”, de Dario Argento, mas é confuso, e as vezes dá a impressão que a protagonista apenas anda pra lá e pra cá. O filme se garante nas boas cenas e na fotografia, valorizada pela presença do fogo em quase todas as passagens, além de uma rápida cena de gore.
É bem cotado nos sites especializados, mas não é nada imperdível.