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domingo, 24 de janeiro de 2021

ASYLUM: TWISTED HORROR AND FANTASY TALES


(ASYLUM:  TWISTED HORROR AND FANTASY TALES)
Argentina / Nova Zelândia - 2020
Dir.: Caye Casas / Alejandro Damiani / Kheireddine El-Helou / Carlos Goitia / Mat Johns / Damien LeVeck / Vincent Paronnaud / Albert Pintó / Denis Walgenwitz / Hendryk Witscherkowsky / Adam O'Brien

Terror em episódios que tem quase tudo o que o gênero tem direito: zumbis, assassinos, palhaços, etc.
É fraco. Só vale pelo nonsense do sujeito que não morre e frustra mãe e mulher, que se sentem envergonhadas frente aos convidados; e um com um Donald Trump transformer invadindo o México para destruir o país.
Tem uma animação sobre a morte que é curiosa, e bem feitinha; além do curta que deu origem ao longa "The Cleasing Hour".
Só vale mesmo pela curiosidade.

domingo, 23 de junho de 2019

THE FIELD GUIDE TO EVIL

(THE FIELD GUIDE TO EVIL)
Nova Zelândia - 2018
Dir.: Veronika Franz / Severin Fiala / Can Evrenol / Agniezka Smoczynska / Calvin Reeder / Yannis Veslemes / Ashim Ahluwalia / Katrin Gebbe / Peter Strickland


Antologia de curtas de horror aonde cada diretor (no caso da Áustria, uma dupla responsável por "Boa Noite, Mamãe") conta histórias baseadas no folclore de seus países. Além da Áustria, seguem Turquia, Polônia, Grécia, Índia, Alemanha e Hungria.
Destaques para o lovecraftiano representante da Índia, e o da Hungria, pela produção: parece cinema mudo mas colorido. Destaque também para os da Alemanha e Turquia. E bola fora para o americano, pois o diretor parece que confundiu folclore com cientista maluco, baseado em péssimas atuações.
No geral, não é grande coisa, mas vale pela curiosidade e a intenção de fazer algo diferente.

domingo, 10 de setembro de 2017

MINUTES PAST MIDNIGHT

(MINUTES PAST MIDNIGHT)
Canadá - 2016
Dir.: Robert Boochek / Lee Cronin / Francisco Sonic Kim / Ryan Lightbourn / Marc Martínez Jordán / Kevin Mcturk / James Moran / Christian Rivers / Sid Zanforlin


Antologia muito ruim, que apresenta alguns episódios, como o primeiro e último, que chegam  ser constrangedores na sua falta de assunto.
Tem dois que ainda dão pro gasto: um assassino em série que não pode ver ninguém usando nada com bolas em suas roupas ou decoração que logo sente desejo matar o coitado. Só que ele se apaixona por uma moça apaixonada pelo tema e que tem uma casa cheia de bolas na decoração e roupas. Curioso e de estética até bem tratada visualmente.
Outro episódio é narrado por Jason Flemyng e tem voz da mítica Barbara Steele e é uma animação sobre um homem que retorna a casa amaldiçoada da família (o pai é a cara de Peter Cushing, o que reforça certa lembrança dos filmes da Hammer).
Um episódio merece menção: homem que parece ter sérios problemas com oxiúros na verdade carrega uma verme sedento por carne no ânus e sai dilacerando qualquer um que lhe passe na frente.
Pois é.
O filmete é realizado de forma bem tosca propositalmente, seja na forma das atuações, seja pelos efeitos exagerados e o sangue pra todo. Quem curte o quanto pior vai adorar de montão.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

GALÁXIA DOS HORRORES

(GALAXY OF HORRORS)
Canadá - 2017
Dir.: Dennis Cabella / Javier Chillon / Todd Cobery / Andrew Desmond / Benni Diez / Marcello Ercole / Richard Karpalla / Justin MacConnell / Antonio Padovan / Fabio Prati / Ethan Shaftel / Marinko Spahic


Terror e sci-fi em episódios.
Um astronauta é acordado de seu sono criogênico por uma falha na nave aonde está, e obrigado a assistir diversos filmes de terror e ficção, enquanto os sistemas que o mantém vivo vão entrando em colapso.
Como em todo filme do gênero, o resultado é mediano embora aqui todos os episódios sejam bem produzidos.
Os melhores são o último, Kingz, aonde uma dupla vai vender drogas para um sujeito em uma festa esquisita, e descobrem que o cara guarda algo muito estranho dentro de si. Esse poderia render um longa interessante. E outro episódio, digno da aclamada série "Black Mirror", Iris, aonde um telefone super inteligente resolve vingar um assassinato praticado por seu dono.
Também merecem destaque um episódio bem interessante, Pathos, aonde um coitado é praticamente obrigado a gastar suas economias em uma máquina de emoções virtuais em um mundo aonde sonhar é proibido e caso ele não consiga pagar a quantia exigida seus sentidos são desligados, até ele ter a sonda que lhe alimenta retirada.
O visual é bacana, o ritmo é frenético e merecia ser melhor situado, pois fica subentendido se tratar de um mundo pós apocalíptico e baseado em trabalho similar a escravidão, porém não esclarece em que condições se encontra o restante da humanidade. Outro que podia dar um longa interessante.
Outros episódios bizarros mostram um homem que criou um computador que une chips e carne, e que realiza até necessidades fisiológicas, e em outro uma dupla de homens tenta gerar uma filha mulher em um mundo aonde humanos parecem estar sendo substituídos por seres artificiais.
Os demais passam batidos.
Na verdade, são curtas produzidos em épocas diferentes, um deles tem 10 anos, que alguém teve a idéia de juntar num longa amarrando com a trama sem sentido do astronauta que só serve para interligar os filmetes.