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domingo, 23 de junho de 2019

THE FIELD GUIDE TO EVIL

(THE FIELD GUIDE TO EVIL)
Nova Zelândia - 2018
Dir.: Veronika Franz / Severin Fiala / Can Evrenol / Agniezka Smoczynska / Calvin Reeder / Yannis Veslemes / Ashim Ahluwalia / Katrin Gebbe / Peter Strickland


Antologia de curtas de horror aonde cada diretor (no caso da Áustria, uma dupla responsável por "Boa Noite, Mamãe") conta histórias baseadas no folclore de seus países. Além da Áustria, seguem Turquia, Polônia, Grécia, Índia, Alemanha e Hungria.
Destaques para o lovecraftiano representante da Índia, e o da Hungria, pela produção: parece cinema mudo mas colorido. Destaque também para os da Alemanha e Turquia. E bola fora para o americano, pois o diretor parece que confundiu folclore com cientista maluco, baseado em péssimas atuações.
No geral, não é grande coisa, mas vale pela curiosidade e a intenção de fazer algo diferente.

domingo, 29 de outubro de 2017

THE DEAD ROOM

(THE DEAD ROOM)
Nova Zelândia - 2015
Dir.: Jason Stutter


Filme entediante sobre uma equipe que vai investigar uma casa mal assombrada e quase mata o espectador de tédio.
Como os produtores não deviam levar muita fé na coisa, o filme não chega nem aos 90 minutos padrões.

domingo, 30 de julho de 2017

O FEIO

(THE UGLY)
Nova Zelândia - 1997
Dir.: Scott Reynolds


Serial killer conta para uma psicóloga as motivações dos inúmeros crimes que cometeu.
É considerado violento e associado aos giallos italianos, embora não tenha muito a ver.
Não é ruim, apesar de ser incompreensível o hospício aonde o cara está encarcerado: tem mais uma paciente; um diretor esquisitão e estiloso e dois assistentes que mais parecem integrantes de gangue: cabeludos, de colete com o peito amostra e bermuda.
Muito esquisito mesmo.

sábado, 21 de maio de 2011

TERRA TRANQUILA

(THE QUIET EARTH)
Nova Zelândia - 1985
Dir.: Geoff Murphy


Homem acorda e descobre que todos os animais e seres humanos simplesmente desapareceram da face da Terra e que, aparentemente, ele é o único sobrevivente.
Além da solidão, pesa também sobre seus ombros a suspeita de ser um dos responsáveis por um acidente com um experimento científico que seria o responsável pelo extermínio em massa.
Sem ter o que fazer, ele passa a vagar por cidades desertas (o nome do filme se refere a absoluta falta de sons num planeta sem animais, humanos, ou quaisquer coisas que produzam barulho) e descobre não ser o único ser humano ainda vivo.
Pra complicar, o tal experimento ainda está ativo e pode repetir seus efeitos sobre os poucos sobreviventes.
Filme melancólico, um tanto intimista, de trama interessante (o motivo de alguns sobreviverem ao misterioso acidente é um achado) de final enigmático e que se tornou cult ao longo do tempo.
Não tem efeitos ou grandes pirotecnia, vem de um país de pouca tradição cinematográfica, o ritmo é meio lento, mas é honesto e original em seus propósitos.
O diretor depois dirigiu um negócio chamado "Freejack", cujo maior atrativo era a presença de Mick Jagger em um dos papéis principais.