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domingo, 2 de outubro de 2022

A CAVERNA

(LA CUEVA)
Espanha - 2014
Dir.: Alfredo Montero

5 amigos viajando pelo litoral espanhol tem uma idéia bem original: entrar em uma caverna, sem nennum tipo de preparo pra isso, quando na verdade isso é a entrada para um verdadeiro labirinto.

Obviamente els vão se perder lá e, pior, como ninguém sabe aonde estão, fica impossível serem resgatados.

É um found footage, que começa igual a todos: brincadeiras, zoação, a apresentação de seus personagens desinteressantes, e por aí vai.

Presos, sem água ou alimento, eles vão ter que tentar sobreviver ao mesmo tempo que tentam achar a saída.

Acaba sendo razoável, pois consegue captar a tensão, a angústia e o desespero de estar presos em um lugar claustrofóbico e passando perrengue.

domingo, 29 de março de 2020

O POÇO


(EL HOYO)
Espanha - 2019
Dir.: Galder Gaztelu-Urrutia


Surreal filme baseado numa premissa absurda (e angustiante): prisioneiros são mantidos em celas, uma dupla em cada, nem sempre do mesmo sexo, e a alimentação é provida através de uma plataforma localizada no meio da cela.
A alimentação vem do topo, a plataforma para por um tempo em cada andar (ou cela) para alimentar seus integrantes, que não podem estocar alimento, e segue sua viagem. Ou seja, quem está em cima come, quem está no meio come restos, quem está mais pra baixo rói os ossos, e quem está no fundo do poço passa fome.
O protagonista é Goreng, que custa a se adaptar e a entender o mecanismo - explicitamente uma representação da sociedade de qualquer país, rico ou pobre.
O filme é narrado em ritmo de pesadelo, bem dirigido por um estreante, mas que em dado momento parece ficar sem assunto, pois a estrutura do filme repete a da prisão: um lugar sem saída, aonde ou se sobrevive ao tempo de condenação, ou se pula fora, como alguns prisioneiros parecem fazer.
Mas é muito curioso e diferente das produções aonde alguém acorda num lugar, cercado de estranhos, sem saber como foi parar lá. Nesses se sabe que alguém sobrevive, aqui, não necessariamente.

domingo, 29 de setembro de 2019

TESTEMUNHA DA LOUCURA

(TALES THAT WITNESS MADNESS)
Inglaterra - 1973
Dir.: Freddie Francis


Terror em episódios, coisa muito comum na década de 70, e que eventualmente volta a cena.
Tem umas figuras conhecidas: a Hitchcokeana Kim Novak, a perua Joan Collins, e o eterno Dr Loomis, Donald Pleasence, que aqui interpreta o psiquiatra de um hospício que apresenta os 4 protagonistas das historietas: um menino, que pensa ser o Calvin, pois teria um tigre como amigo imaginário; um sujeito que descobre uma bicicleta capaz de levá-lo ao passado; outro que leva um tronco de árvore pra casa, como objeto de decoração e o troço sente ciúmes de Joan Collins (cada uma, né?); e Kim Novak, que recebe um escritor havaiano em sua casa, sem saber que o sujeito tem uma trama macabra engatilhada envolvendo um ídolo ancestral, e que é a melhor das historinhas.

domingo, 2 de julho de 2017

DE POEL

(DE POEL)
Holanda - 2014
Dir.: Chris W. Mitchell


Terror interessante sobre um grupo que vai acampar à beira de um lago - casal e dois filhos adolescentes, e mais um amigo e a filha - e começam a observar fenômenos estranhos como a comida apodrecer durante a noite, e mudança de comportamento, além do que parecem ser delírios.
Até que acontece uma morte e a coisa degringola de vez.
O fato gerador é mantido obscuro - aparentemente uma alma de moça afogada no tal lado, no passado, e isso acaba sendo funcional, porque não entrega de bandeja o que está por trás do mistério do lugar.
É um terror mais climático do que terror explícito. Não é genial, mas é curioso e vindo de um país pouco comum no gênero.

sábado, 27 de junho de 2015

ENCURRALADOS - O FIM É AQUI

(TOOTH & NAIL)
EUA - 2007
Dir.: Mark Young


Horror barato, sobre um grupo de pessoas escondidas em um hospital, em um mundo pós apocalíptico, e que tem que enfrentar um grupo de canibais, porque a comida se tornou escassa.
É muito ruim, isso aqui. O fim do mundo aconteceu porque a gasolina acabou de repente - as reservas de petróleo foram superestimadas, e a comida das geladeiras estragou por que não havia combustível... Mas, peraí. E as hidrelétricas e usinas nucleares que produzem energia elétrica, essa sim, responsável por manter geladeiras e freezers funcionando?
Repetindo um vício antigo do cinema, quando o mundo acaba os vilões tendem a usar roupas estranhas, aqui peles, armas como machados e um visual desgrenhado que deixam os canibais com um visual meio "Mad Max 2".
Os ataques dos canibais não tem dramaticidade nenhuma, já que é tudo muito mal encenado, e nem tem o gore que se esperaria num filme sobre esse tema.
Tem umas caras conhecidas no elenco, como Michael Madsen (carreira ladeira a baixo) em uma ponta mínima; Michael Kelly, do remake "Madrugada Dos Mortos"; Robert Carradine, também fazendo ponta; Rider Strong, de "Boderland" e "Cabine Do Inferno"; e o monstrego Vinnie Jones, de "Snatch" e "O Último Trem".
O poster não tem nada a ver com a bomba.

sábado, 3 de maio de 2014

URBEX

(URBAN EXPLORER)
Alemanha - 2011
Dir.: Andy Fetscher


Grupo de turistas em Berlim descola um programa diferente: explorar os subterrâneos da cidade, o que inclui o passeio a um bunker, da época do nazismo.
Eles descem por uma passagem no porão de uma boate (é sério...). Além disso, alguns lugares estão trancados e eles precisam quebrar vidros e até derrubar uma parede! Mas como? O guia não conhecia o trajeto? Antes disso, eles já haviam topado com 2 neonazistas, seu cachorro mal encarado e uma ameça de estupro. Enfim, qualquer um teria desistido...
Como nos filmes do subgênero "gente perdida tentando sobreviver num lugar hostil" é claro que o guia vai se machucar e não poderá levá-los de volta; então eles decidem que duas meninas vão voltar e buscar ajuda, enquanto o casalzinho-herói da trama vai ficar com o acidentado.
Claro que eles não estão sozinhos lá embaixo e acabam encontrando um velho sujinho que se propõe a ajudá-los, começando, então, o porn torture.
A estrutura é igual ao de milhões de filmes do tipo - muitos se passam em florestas, esse aqui em ambiente urbano - e nem é o primeiro a usar túneis de metrô como cenário. Prefira (mil vezes) "Plataforma Do Medo", aquele com Franka Potente, e fuja de "Catacumbas", outra bomba pior que esse aqui.

quarta-feira, 13 de março de 2013

TERRA DE VAN DIEMEN

(VAN DIEMEN'S LAND)
Austrália - 2009
Dir.: Jonathan auf der Heide


Van Diemen era o nome pelo qual era conhecida a ilha de Tasmânia, ao sul da Austrália, e para onde eram mandados, pela Inglaterra, os presos considerados irrecuperáveis ou reincidentes, e aonde eram submetidos a trabalho escravo.
O filme conta a história de Alexander Pearce e seu grupo - oito homens que fugiram durante o trabalho, em 1822, mas por um erro de planejamento foram obrigados a seguir em direção ao interior da ilha, na esperança de chegar aos povoados no outro lado. O problema é que o lugar é coberto por uma floresta densa, mas sem nada que pudesse alimentá-los, além de ser época de chuva, frio e até neve.
Quando os poucos mantimentos que carregam acaba, surge a única alternativa: abater um deles para servir de alimento, e assim é feito.
Logo outros vão sendo abatidos e o grupo segue em frente, sem chegar a lugar nenhum, sendo Pearce o único a sobreviver e ter sua história considerada como fantasiosa - ele foi acusado de inventar tudo para acobertar seus colegas. À propósito, a primeira morte é extremamente incômoda, com a vítima se debatendo em rápido frenesi. A terceira e a quarta também, essa pela brutalidade.
O filme é bom, embora longo, e o mérito do diretor é não focar apenas no canibalismo, mas sim a degradação física e mental dos prisioneiros, e a paranóia que se intala em determinado momento, pois todos sabem que um deles será o próximo a servir de almoço.
Heide concebeu um projeto de um curta, que foi elogiado, e então ele convocou o mesmo elenco para realizar um longa, e fez um filme bem legal, de música estranha e fotografia esmaecida, que parece aumentar a angústia que o filme transmite.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

UM INFERNO

(HELL)
Alemanha - 2011
Dir.: Tim Fehlbaum


Duas irmãs vagam por um mundo devastado pelo aquecimento das temperaturas: com o calor, as colheitas acabaram, animais morreram e, consequentemente, a sociedade entrou em colapso. As duas se juntam à dois homens na tentativa de chegar à algum lugar aonde a temperatura seja mais amena e haja água.
Aventura futurista alemã que é a cara (a cara mesmo) do americano "The Road": se nesse a Terra esfriava, na produção alemã ela esquenta, mas esteticamente fica tudo muito parecido, com florestas de árvores secas no caminho dos protagonistas, que se eram pai e filho viraram 2 irmãs. E ainda tem um grupo de pessoas que caça os sobreviventes para servirem de alimento...
Mas não é ruim; vale pra passar uma tarde.
Ah sim, a produção é de Roland Emmerich, aquele que já destruiu a Terra inúmeras vezes com ET´s, gelo, previsões Maias, etc, o que explica muita coisa.

sábado, 16 de junho de 2012

THE WICKER TREE

(THE WICKER TREE)
Inglaterra - 2010
Dir.: Robin Hardy


Casal de pregadores cristãos - ela é cantora, ele é apenas o "marido da cantora" - viaja para a fronteira da Escócia com a Inglaterra para pregar sua fé na bíblia. Eles inclusive usam aqueles anéis de prata que significam que sexo só depois do casamento e formam um casal muito bonitinho, mas doidos para mandar os anéis para as cucuias.
Ao chegar, ela é escolhida para ser a Rainha da Primavera e ele o "Garoto", embora nem eles nem o distinto público que assiste ao filme saibam do que se trata. Logo o público, e depois os 2, vão descobrir que tudo é uma trama para sacrificar ambos em um ritual de fertilidade, já que a população está se tornando estéril, e o casal foi escolhido para tentar agradar aos deuses celtas ancestrais e voltar a ver as mulheres da aldeia engravidarem.
Robin Hardy dirigiu um dos filmes mais bacanas da década de 70, "The Wicker Man", e aqui volta ao mesmo tema (ele dirigiu apenas 3 filmes), com direito a uma microponta de Christopher Lee.
Não é continuação, nem refilmagem. Parece mais uma releitura com resultados muito ruins e comparação inevitável, pela semelhança do tema tratado.
O que era polêmica na época obviamente não seria hoje, então Hardy apela para uma cena de canibalismo, que nem é tão explícita, como tentativa de chocar: o comportamento e o discurso do anterior são deixados de lado, até as canções são fracas, e nada acescentam a trama.
Infelizmente o filme não passa de um desperdício de tempo, tão ruim quanto a refilmagem da obra prima do diretor, em 2006.

sábado, 11 de junho de 2011

CONDIÇÃO DE DEFESA

(DEF-CON 4)
Canadá - 1985
Dir.: Paul Donovan / Digby Cook / Tony Randel


Três astronautas na órbita da Terra, carregando armas nucleares, são forçados a retornar ao planeta devido a uma intereferência nos comandos de sua nave, após o início da 3ª Guerra Mundial.
O que eles encontram é um mundo caótico, sem comando nem comida, aonde o canibalismo é regra de sobrevivência para alguns.
Ao aterrissar, um deles é morto e os outros se tornam prisioneiros de um grupo armado que impõe suas próprias regras e planeja fugir para alguns dos abrigos ainda existentes.
Aventura e sci-fi apocalíptico que foi um dos filmes preferidos das noites de domingo no SBT uns anos atrás.
Hoje é meio esquecido, mas é uma diversão ligeira para os pouco exigentes.

domingo, 15 de maio de 2011

CANNIBAL APOCALYPSE

(APOCALYPSE DOMANI)
Itália / Espanha - 1980
Dir.: Antonio Margheriti


Norman Hopper (o canastrão John Saxon, com sua eterna cara fechada), oficial do exército americano, resgata dois soldados feitos prisioneiros no Vietnam. Os homens eram mantidos em um buraco, famintos, e Hopper os surpreende no momento em que devoravam um cadáver. Ao ajudá-los, recebe uma mordida no braço.
Corta para Nova Iorque, aonde os dois soldados resgatados são mantidos em tratamento psiquiátrico, mas ambos e mais Norman começam a desenvolver um estranho apetite por carne crua. Na verdade, os três estão contaminados com algum tipo de vírus que induz ao canibalismo, e logo começam a atacar quem encontram pela frente, gerando uma epidemia na cidade, sendo que em nenhum momento os contaminados apresentam um comportamento irracional, como em "Extermínio", por exemplo.
Os filmes sobre canibalismo fazem parte de um subgênero importante dentro do cinema de terror, e os italianos se especializaram no assunto, sabe-se lá porque. Esse aqui foi proibido em vários países, sem motivo para isso. No Reino Unido, por exemplo, ficou proibido até 2005, mas não há metade do gore de seus congêneres "Cannibal Holocaust" ou "Cannibal Ferox".
Rodado em locações de Atlanta, tem uma história interessante, misturando ação e terror, e bons momentos, como o ataque no cinema, uma língua arrancada com uma dentada ou a fúria de um dos contaminados no hospital.
O filme também é conhecido como "Cannibal Apocalypse", e Margheriti dirigiu o clássico giallo "Danza Macabra".

domingo, 1 de maio de 2011

MOTEL HELL

(MOTEL HELL)
EUA - 1980
Dir.: Kevin Connor


Vincent mantém um negócio de produção e venda de carne defumada que faz muito sucesso na região, além do motel do título, e é ajudado pela irmã Ida (Nancy Parsons, que alguns devem se lembrar da série de filmes "Porky's") na administração das propriedades.
O que seus consumidores não sabem é que a carne utilizada no comércio de Vincent provém de viajantes que passam pela estrada próxima, que ele rapta, corta suas cordas vocais, enterra no quintal de casa apenas com a cabeça de fora e os alimenta até chegarem ao ponto de abate.
A coisa se complica quando ele se interessa por uma de suas vítimas, que é disputada com outro irmão, este o xerife da cidadezinha.
Curioso filme que mistura terror, drama, e algum humor. A coisa flui bem e é valorizada pela boa atuação de Parsons, que rouba a cena.
O diretor é prolífico na TV e dirigiu alguns episódios do famoso seriado "Casal 20".
Surpreende por ter muito menos gore (na verdade quase nenhum) do que se esperaria numa trama desse tipo.

domingo, 7 de março de 2010

CANIBAL

(GRIMM LOVE)
Alemanha - 2006
Dir.: Martin Weisz


Produção alemã falada em inglês, também conhecida como Rohtenburg e Butterfly: A Grimm Love Story, se baseia na vida de Armin Meiwes que cortou e devorou o pênis de Bernd Jürgen com o consentimento desse, que também saboreou a iguaria (era seu fetiche ser devorado vivo) antes de morrer.
Estudante de psicologia, Katie Armstrong (Keri Russell, a eterna "Felicity") se interessa por um caso aonde um homem busca na internet um homem a quem pudesse, literalmente, comer e acaba encontrando. Os nomes foram alterados para Oliver Hartwin (o açougueiro) e Simon Grombek (o jantar e convidado de honra).
Katie investiga o passado de ambos, um abandonado pelo pai aos cuidados da mãe dominadora; o outro se sentindo culpado pelo suícidio da mãe desequilibrada e desejando se devorado como forma de espiar seus supostos pecados.
É um filme incomum, meio documental, aonde o terror está presente no absurdo da situação, pois não há um psicopata a solta nem fantasmas atormentando mortais. Os fãs do terror não devem se interessar muito, pois nem a cena da castração é mostrada em on.
O filme chegou a ser proibido na Alemanha; não é nenhuma obra revolucionária mas é um bom passatempo. Foi esse aqui que garantiu a Weisz a direção da continuação de "A Viagem Maldita" nos EUA.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

JUÍZO FINAL

(DOOMSDAY)
Inglaterra - 2008
Dir.: Neil Marshall


Extermínio, Fuga de Nova Iorque & Mad Max.
Vírus que causa terríveis feridas dizima a população da Escócia. O governo do Reino Unido decide então tomar uma medida drástica: construir um muro de contenção em toda a fronteira da Inglaterra com a Escócia, além de minar e patrulhar ostensivamente os mares da costa escocesa.
25 anos se passam, a Escócia e o vírus são esquecidos pelos ingleses, mas esses acabam isolados pelo resto do mundo e entram em crise, que piora quando o vírus ressurge agora entre a população de uma superpovoada Londres.
O governo inglês, que sempre manteve satélites de olho nas antigas grandes cidades escocesas, e que há 3 anos descobriu sobreviventes no esquecido país decide então, escondido da mídia, mandar uma equipe liderada pela Major Sinclair (um Rambo de saias) procurar as pesquisas de um cientista que ficara para trás quando do isolamento do país, pois só ele poderia ser o responsável pela descoberta de uma cura. Fim do momento "Extermínio".
(Aqui um parêntesis: se o governo inglês monitorava o território escocês, como não percebeu que até uma locomotiva Maria Fumaça era utilizada?)
Aí começa o momento "Fuga de Nova Iorque", com a equipe vasculhando uma Glasgow devastada até topar com os sobreviventes: uma gangue violenta e canibal, vestida naquele modelo punk/mendigo que foi figurino de filmes como "Mad Max 2", "Waterworld" e inúmeras produções de B a Z, que os persegue e massacra pelas ruas da cidade. Como em todos os filmes do gênero, os sobreviventes são ajudados por alguém e fogem de Glasgow, até toparem com outra colônia de sobreviventes: esses vivem como na Idade Média, num castelo, com direito a cavaleiros de armadura, escudo e lanças.
Eles fogem de novo, e tem início o momento "Mad Max 2" com uma fuga alucinada por estradas desertas até culminar com um momento "Fuga de Los Angeles".
O filme, dirigido pelo mesmo responsável pelo ótimo "Abismo do Medo", parece um amontoado de clichês e situações tiradas de outros filmes. E é mesmo. Tem aquelas cenas de ação escapistas como um carro que passa por uma porta no momento exato em que essa se fecha; alguém que pula em um trem na hora agá; além da inevitável piadinha em hora imprópria.
Tem também muito, muito sangue, com direito a cabeças e corpos explodindo em close e um cena digna de "Holocausto Canibal", quando a horda de selvagens faz churrasco de um soldado ainda vivo, e depois esse vira comida para a massa.
Não dá sono, pois o ritmo frenético e a câmera inquieta não dão muita trégua, mas é para ver, lembrar das "referências" e esquecer logo depois. Com Bob Hoskins e Malcolm McDowell.