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quarta-feira, 25 de julho de 2012

CARMILLA, A VAMPIRA DE KARSTEIN

(THE VAMPIRE LOVERS)
Inglaterra / EUA - 1970
Dir.: Roy Ward Baker


Vampira caça moçoilas virgens para saciar sua sede de sangue.
Carmilla é uma personagem criada pelo irlandês Sheridan Le Fanu, anterior ao Drácula de Bram Stoker e deve ter sido uma tentiva de dar uma mexida nos filmes de vampiros que fizeram a Hammer famosa. Como a época era mais liberal, tem muita insinuação de lesbianismo e seios a mostra. Até convocaram Peter Cushing para o filme, num papel pequeno, de pai de uma das vítimas.
A produção é boa, como de hábito, conta com Ingrid Pitt, beldade polonesa vista em alguns filmes da produtora e Baker na direção, que no mesmo ano dirigiu Christopher Lee em "Scars Of Dracula". Mas parece faltar alguma coisa, principalmente porque a trama é muito parecida com os filmes protagonizados por Lee, com a vampira tentando cooptar as moças e seus parentes tentando mantê-las longe dos dentes, mãos e seios da chupasangue. Poderiam também ter escalado um ator com mais presença para o papel do vampiro (não fica claro se é Drácula), já que o ator que o interpreta não tem o mínimo carisma.

domingo, 17 de julho de 2011

AS PROFECIAS DO DOUTOR TERROR

(ASYLUM)
Inglaterra - 1972
Dir.: Roy Ward Baker

Seis passageiros se encontram em uma cabine de um trem, sendo que Peter Cushing interpreta um homem misterioso que se proprõe a ler a sorte dos demais no tarô.
O primeiro homem descobre que vai se envolver com o túmulo de um suposto lobisomem; o segundo se vê as voltas com uma planta inteligente, capaz até mesmo de matar para se defender; o outro, um músico, vai se apropriar de uma música cerimonial vudu, o que lhe causará problemas.
Christopher Lee interpreta um crítico de arte, que depois de humilhado por um desafeto decide se vingar, no quarto segmento; e Donald Sutherland, em seu segundo filme, é um médico que pode estar às voltas com um paciente mordido por um vampiro.
Horror mediano em episódios, com a famosa dupla Lee/Cushing, que tem trama e desenvolvimento muito parecidos com o posterior "A Cripta dos Sonhos", também da Amicus.

sábado, 25 de junho de 2011

O ABOMINÁVEL HOMEM DAS NEVES

(THE ABOMINABLE SNOWMAN)
Inglaterra - 1957
Dir.: Val Guest


O incansável Peter Cushing está no Himalaia, quando descobre que uma expedição vai partir em busca do famigerado Yeti - o monstro do título do filme. Convidado, ele decide acompanhar a expedição mesmo contra a vontade da mulher.
Em meio aos riscos de avalanche, eles vão dar de cara com o bichão do título, que se revela algo menos assustador do que seus perseguidores.
Aventura em P&B, que segue a cartilha de só mostrar a cara do bicho no fim. Um filme interessante, principalmente quando o personagem de Cushing filosofa sobre a existência humana e a possibilidade de existirem seres com QI semelhante ao nosso, que tenham dominado, ou possam a vir dominar o planeta.

domingo, 5 de junho de 2011

A BESTA DEVE MORRER

(THE BEAST MUST DIE)
Inglaterra - 1974
Dir.: Paul Annett


Caçador milionário reúne um grupo de pessoas em sua mansão, que é cercada de todo tipo de aparato tecnológico para evitar que seus convidados fujam, com um objetivo: descobrir qual deles é um lobisomem.
Pode-se dizer que Peter Cushing enfrentou todos os monstros existentes no imaginário popular na telas do cinema, e aqui ele enfrenta lobisomem em um filme interessante mas de realização meio fraca.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A MALDIÇÃO DA CAVEIRA

(THE SKULL)
Inglaterra - 1965
Dir.: Freddie Francis



Terror da Amicus, a concorrente inglesa da Hammer.
Maitland (Peter Cushing) é um colecionador de antiguidades e estudioso de magia negra e bruxaria que recebe uma proposta tentadora: comprar o crânio do famigerado Marquês de Sade. Ele é alertado por um amigo, interpretado por Christopher Lee, de que a peça é autêntica e adorada por seres invisíveis que praticam sacrifícios rituais.
Logo ele passa a desenvolver uma obsessão pelo objeto, e se dispõe a fazer qualquer coisa para mantê-lo entre suas posses.
Filme legalzinho valorizado pela boa interpretação de Cushing.

domingo, 12 de dezembro de 2010

A DEUSA DA CIDADE PERDIDA

(SHE)
Inglaterra - 1965
Dir.: Robert Day


Três amigos em viagem pela Palestina são surpreendidos quando um deles recebe um mapa que indicaria a localização da mítica cidade de Kuma, criada por um grupo de egípcios.
Um deles seria a reencarnação de um sacerdote e tem sido procurado à séculos por Ayesha, a mandachuva local interpretada por Ursula Andress, e que encontrou uma forma de vencer a morte.
Eles então decidem conferir se a história é real e descobrem que sim, a cidade existe e que a Ayesha é uma tirana cruel e capaz e qualquer coisa para ter a reencarnação de seu amado ao seu lado.
Baseado em H. R. Rider, a aventura ainda tem Peter Cushing e Christopher Lee como um sacerdote egípcio.
É uma aventura interessante, naquele tipo "Sessão da Tarde" e que a TV não exibe mais.

domingo, 5 de dezembro de 2010

ONDAS DE PAVOR

(SHOCK WAVES)
EUA - 1977
Dir.: Ken Wiederhorn


Grupo de viajantes de um barco em condições meio assim, é obrigado a abandonar a embarcação e se dirigir a uma ilha próxima.
O que eles não sabem é que na região foi deliberadamente afundado um navio alemão com uma carga sinistra: um grupo de soldados nazistas remanescentes da 2ª Guerra que foram geneticamente alterados: se assemelham a mortos vivos e seu único objetivo é matar, sem discriminar civis de soldados.
Nem precisa dizer que os soldados alemães vão escapar do navio naufragado e perseguir os coitados pela ilha.
Peter Cushing interpreta o chefe do grupo, e responsável pelo afundamento do navio que voltou a tona; John Carradine o comandante do navio de passageiros; e Brooke Adams uma das passageiras, nesse terror meio tosco, sem nenhuma tensão dramática e nenhum derramamento de sangue.

sábado, 4 de dezembro de 2010

OS DEMÔNIOS DO FOGO

(THE NIGHT OF THE BIG HEAT)
Inglaterra - 1967
Dir.: Terence Fisher


Pequena ilha no litoral inglês sofre com uma estranha onda de calor, e um cientista, Godfrey Hanson (Christopher Lee) está convencido que se trata de uma espécie de alienígena que chegou à Terra captado pelas antenas de televisão.
Como precisam de calor para sobreviver, eles pretendem aquecer a superfície do planeta e transformar os seres humanos em churrasquinho bem passado.
Mistura de terror e sci-fi corriqueiro com Peter Cushing fazendo uma pontinha insignificante.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A ESSÊNCIA DA MALDADE

(THE CREEPING FLESH)
Inglaterra - 1973
Dir.: Freddie Francis


Emmanuel Hildern (Peter Cushing) retorna da Nova Guiné com um estranho esqueleto que ele acredita ser o elo perdido, e que revolucionaria a pesquisa sobre a origem da raça humana.
Durante a pesquisa com o esqueleto ele descobre que o troço é capaz de se regenerar com água e conclui que o mal está presente ali, nas células do misterioso ser.
Seu objetivo: produzir um soro que seria capaz de eliminar o mal de qualquer ser vivo, considerando que o mal seria uma doença, não algo demoníaco ou apenas psicológico.
De início ele testa a vacina em um macaco e depois na filha, que ele temia carregar os mesmos genes da loucura que vitimaram a mãe. Mas essa sai de controle, mata um homem e vai parar no manicômio mantido por seu irmão, James (Christopher Lee), um médico de ética duvidosa, com quem Emmanuel disputa o posto de gênio da família. James descobre que o achado do irmão pode lhe roubar um prêmio que ele considerava certo conseguir em suas pesquisas sobre a loucura, e rouba o esqueleto.
Esse é molhado acidentalmente pela chuva, e aí...
Mais um com a dupla Cushing e o quase sempre vilão Lee.
É curioso, tem a boa atuação da dupla e produção bem acabada. O final foge ao habitual final que se espera em filmes do tipo.

domingo, 20 de junho de 2010

GRITOS QUE ATERRORIZAM

(...AND NOW THE SCREAMING STARTS!)
Inglaterra - 1973
Dir.: Roy Ward Baker


Catherine se casa com Charles e se muda para a casa dele, uma daquelas típicas mansões de filme de terror. Logo ela começa a ter visões de uma mão sem o corpo e o corpo a qual a mão pertencia com os olhos furados.
As visões continuam, e ela ganha a soliedariedade dos empregados, que tentam ajudá-la mas são sistematicamente mortos de forma misteriosa.
Quando engravida, ela começa a suspeitar que o filho pode ser vítima do que parece uma maldição ancestral que ronda o lugar, mas mesmo assim o marido deseja que ela tenha a criança na casa, em respeito a uma tradição familiar de 300 anos.
Acreditando que a mulher está desequilibrada emocionalmente, ele chama um psicólogo (Peter Cushing) que começa a investigar e descobre o que está assombrando Catherine.
Terror da Amicus, a concorrente da Hammer, é apenas razoável e ainda tem um final a la "O Bebê de Rosemary".

sábado, 12 de junho de 2010

A ILHA DO TERROR

(ISLAND OF TERROR)
Inglaterra - 1966
Dir.: Terence Fisher


Moradores de uma ilha isolada na costa da Irlanda se surpreendem com o aparecimento de um corpo sem vestígios de ossos.
Sem saber o que fazer, o médico do local entra em contato com um amigo do continente, Dr. Brian Stanley (Peter Cushing), que sem nunca ter ouvido falar de alguma doença que pudesse causar tal sintoma procura um amigo, e os 2 mais a namorada deste rumam para a ilha para investigar o fato.
O lugar era o refúgio de um brilhante cientista envolvido em pesquisas de combate ao câncer, e logo fica claro ser o responsável por algum experimento que fugiu de controle.
Ótimo filme sobre cientistas e suas bem intencionadas criações que se voltam contra a humanidade.
Tem bom ritmo, efeitos simples mas eficientes, e é curto, ou seja, não perde tempo com enrolação, indo direto à ação. E Cushing dá credibilidade a coisa com sua habitual seriedade.

sábado, 27 de junho de 2009

OS RITOS SATÂNICOS DE DRÁCULA

(SATANIC RITES OF DRACULA)
Inglaterra - 1973
Dir.: Alan Gibson 


Órgão secreto do governo inglês investiga a participação de proeminentes figuras da sociedade inglesa em uma seita de culto ao demônio. Durante uma incursão à mansão aonde tais ritos são praticados, os agentes descobrem a existência de um grupo de moças vampirizadas vivendo acorrentadas no porão e então decidem procurar um especialista em ocultismo: Van Helsing (Peter Cushing), que logo conclui que Drácula (Christopher Lee), está por trás da seita. As coisas se complicam quando é descoberto que um dos cientistas participantes está envolvido com pesquisas que visam a criação de uma variação de peste bubônica capaz de dizimar a população do planeta, o que é na verdade objetivo de Drácula.
Segunda tentativa da Hammer de trazer Drácula para a época atual, no caso a década de 70 (a anterior foi “Drácula no Tempo da Minisaia“).
Mistura satanismo, vampirismo e ciência. Não tem relação direta com os filmes anteriores, que se passavam no século XIX, à exceção de uma fala de Van Hensing, quando ele diz que sua família sempre combateu os vampiros. A atmosfera gótica dos filmes da década de 60 faz alguma falta, mas é interessante, ágil e violento, mas sem exagero para os tempos atuais.

domingo, 21 de junho de 2009

DRÁCULA NO TEMPO DA MINISSAIA

(DRACULA 1972 A.D.)
Inglaterra - 1972
Dir.: Alan Gibson


Em 1872, depois de escapar da Transilvânia, o Conde Drácula (Christopher Lee) é morto por seu eterno inimigo Van Helsing (Peter Cushing) em pleno Hyde Park, e tem suas cinzas recolhidas por algum seguidor. 100 anos depois, um descendente desse seguidor convence um grupo de jovens meio transviados a participar de um ritual de invocação ao demônio, e acaba por trazer o Conde de volta a vida, que mata uma das moças integrantes do grupo.
Logo começam a surgir corpos por Londres, e a polícia recorre a um descendente de Van Helsing, por acreditar que os assassinatos estão relacionados a algum ritual, e também porque a neta do famoso antropólogo fazia parte do grupo que estava com a primeira moça morta. Interessado pela neta do inimigo, Drácula a sequestra e, obviamente, enfrenta o inimigo em mais uma batalha entre os dois.
Foi o primeiro filme da Hammer a trazer Drácula e Helsing para tempos atuais, no caso a década de 70. Até que funciona, dada a habitual boa produção e ritmo. Foi o penúltimo de Cushing e Lee juntos para a Hammer usando os caninos do vampiro (o último foi o posterior "Os Ritos Satânicos de Drácula"). Tem algum sangue, violência e aquele tipo de música característica dos filmes da época. Tem o mesmo diretor de "Ritos...", e usa a mesma mistura de rituais demoníacos como esse, e assim como "Sangue de Drácula", seus seguidores usam suas cinzas e um ritual envolvendo sangue para trazê-lo de volta. Esquisito mesmo é o título nacional...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A LENDA DOS 7 VAMPIROS DOURADOS

(THE LEGEND OF THE 7 GOLDEN VAMPIRES)
Inglaterra - 1974
Dir.: Roy Ward Baker


Chinês, monge de um templo budista na China, viaja até a famigerada Transilvânia com uma proposta indecente ao igualmente famigerado Conde Drácula, que vive recluso em um castelo: ajudá-lo a trazer de volta à vida uns tais 7 vampiros de ouro, que existiriam na China, e assim recuperar a influência e o domínio sobre os moradores de seu povoado. Mas o Conde, revoltado (provavelmente por causa do batom vermelho que lhe passaram) diz que não, que ele não aceita exigências e faz pior: se apodera do corpitcho do chinês e foge do castelo, disposto a fazer dos 7 vampiros seu instrumento de vingança contra a humanidade (isso na Transilvânia de 1804).
100 anos depois, na China, o antropólogo Van Helsing (Peter Cushing, coitado) está dando uma palestra sobre vampirismo até ser zoado por descrentes alunos, que dizem que aquele papo de vampiro dourado não existe; que a China não tem isso. Ele volta para casa e é procurado por um chinês, que diz que a tal lenda dos 7 vampiros é verdadeira, que o avô dele matou o sétimo vampiro, e que precisa da ajuda de Van Helsing para dar cabo dos demais.
Então Helsing, seu filho (que arrumara confusão com outro chinês por causa de uma loura), a loura e mais um batalhão de irmãos do chinês (todos experts em alguma arte marcial), partem em busca dos vampiros dispostos a matá-los com golpes de kung fu, karatê, e outras lutas.
A Hammer estava mais pra lá do que pra cá quando fez isso.
Tem uns efeitos horríveis e lutas a todo momento. Lá pelas tantas Drácula convoca um exército de mortos vivos cujas máscaras parecem compradas no México, na época do Dia dos Mortos, ou na Saara, no carnaval. Sem falar na maquiagem dos vampiros, que mais parecem zumbis, mas são exímios nas artes marciais. E Drácula fala em se vingar da humanidade, mas em 100 anos no corpo do chinês se limitou a tal aldeia.
Provavelmente a idéia era aproveitar o que era moda no início da década de 70: artes marciais e zumbis, mas isso foi feito da pior maneira possível, em um filme que não tem um pingo do charme dos filmes passados em sombrios castelos da Europa. É uma aventura tresloucada, que chega a ser constrangedora em determinados momentos.

sábado, 4 de abril de 2009

AS NOIVAS DE DRÁCULA

(THE BRIDES OF DRACULA)
Inglaterra - 1960
Dir.: Terence Fisher


Moça a caminho de uma escola para moças, para em um povoado e, apesar dos avisos dos assustados moradores do lugar, aceita o convite da misteriosa Baronesa Meinster (uma figuraça com suas imensas ombreiras) para passar a noite em seu castelo.
É aí que a incauta descobre que a baronesa mantém o próprio filho acorrentado em um quarto, e caída de amores por alguém que mal conhece, concorda em libertar o rapaz.
Só que o dito cujo havia sido vampirizado por Drácula, morto no filme anterior, e está pronto para espalhar sua maldição pelas moças do lugar, além de pôr seus caninos no pescoço da donzela que o libertara.
É sequência de Drácula (The Horror of Dracula), e repete Peter Cushing no papel de Van Hensing. Obviamente Christopher Lee faz falta, e David Peel está longe de ter seu carisma.
De qualquer forma, é uma produção bem cuidada, com os elementos de sempre nos filmes do gênero produzidos pela Hammer: os aldeões assustados, cenários grandiosos, belas atrizes e boa produção, além da direção de Terence Fisher.
O filme seguinte traria de volta Christopher Lee, mas não teria Cushing.

segunda-feira, 30 de março de 2009

DRÁCULA

(HORROR OF DRACULA)
Inglaterra - 1958
Dir.: Terence Fisher


O filme é baseado na obra de Bram Stocker; mas na verdade apenas toma emprestados os nomes das personagens. Quem viu o filme de Coppola ou a versão com Frank Langella na década de 70, vai perceber a diferença no destino das personagens.
Jonathan Harker chega ao castelo do Conde (Christopher Lee) para, supostamente, trabalhar como bibliotecário do vampiro. Na verdade, seu objetivo é matar Drácula, mas o plano falha, e Jonathan mata apenas uma escrava de Drácula, sendo morto depois. Como vingança, o Conde escraviza a noiva de Jonathan, Lucy, mas esta é morta por Van Helsing (Peter Cushing).
Mais uma vez o vampiro se vinga, escravizando a cunhada de Lucy.
Resta a Van Helsing e o marido da moça enfrentarem o vampiro.
Bem cuidada produção da Hammer; a primeira a reunir Lee e Cushing nos papéis que lhes deram fama, e que seriam repetidos depois, sejam juntos ou separados.
O vampiro quase não aparece, e Cushing praticamente rouba a cena. O ritmo é ágil, e a idéia de rever a obra de Stocker acaba sendo boa, pois surpreende aqueles que já conheciam a estória.
Foi o primeiro de uma série. Depois vieram algumas sequências diretas, aonde o vampiro era ressuscitado graças a algum acidente (tipo Jason...) ou por algum seguidor. Além de outros como "As Noivas de Drácula (The Brides of Dracula)", de 1960, aonde o conde já está morto mas ainda deixou um 'filhote' pronto para dar sequência a busca por pescoços de donzelas desavisadas.