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sábado, 4 de abril de 2009

AS NOIVAS DE DRÁCULA

(THE BRIDES OF DRACULA)
Inglaterra - 1960
Dir.: Terence Fisher


Moça a caminho de uma escola para moças, para em um povoado e, apesar dos avisos dos assustados moradores do lugar, aceita o convite da misteriosa Baronesa Meinster (uma figuraça com suas imensas ombreiras) para passar a noite em seu castelo.
É aí que a incauta descobre que a baronesa mantém o próprio filho acorrentado em um quarto, e caída de amores por alguém que mal conhece, concorda em libertar o rapaz.
Só que o dito cujo havia sido vampirizado por Drácula, morto no filme anterior, e está pronto para espalhar sua maldição pelas moças do lugar, além de pôr seus caninos no pescoço da donzela que o libertara.
É sequência de Drácula (The Horror of Dracula), e repete Peter Cushing no papel de Van Hensing. Obviamente Christopher Lee faz falta, e David Peel está longe de ter seu carisma.
De qualquer forma, é uma produção bem cuidada, com os elementos de sempre nos filmes do gênero produzidos pela Hammer: os aldeões assustados, cenários grandiosos, belas atrizes e boa produção, além da direção de Terence Fisher.
O filme seguinte traria de volta Christopher Lee, mas não teria Cushing.

segunda-feira, 30 de março de 2009

DRÁCULA

(HORROR OF DRACULA)
Inglaterra - 1958
Dir.: Terence Fisher


O filme é baseado na obra de Bram Stocker; mas na verdade apenas toma emprestados os nomes das personagens. Quem viu o filme de Coppola ou a versão com Frank Langella na década de 70, vai perceber a diferença no destino das personagens.
Jonathan Harker chega ao castelo do Conde (Christopher Lee) para, supostamente, trabalhar como bibliotecário do vampiro. Na verdade, seu objetivo é matar Drácula, mas o plano falha, e Jonathan mata apenas uma escrava de Drácula, sendo morto depois. Como vingança, o Conde escraviza a noiva de Jonathan, Lucy, mas esta é morta por Van Helsing (Peter Cushing).
Mais uma vez o vampiro se vinga, escravizando a cunhada de Lucy.
Resta a Van Helsing e o marido da moça enfrentarem o vampiro.
Bem cuidada produção da Hammer; a primeira a reunir Lee e Cushing nos papéis que lhes deram fama, e que seriam repetidos depois, sejam juntos ou separados.
O vampiro quase não aparece, e Cushing praticamente rouba a cena. O ritmo é ágil, e a idéia de rever a obra de Stocker acaba sendo boa, pois surpreende aqueles que já conheciam a estória.
Foi o primeiro de uma série. Depois vieram algumas sequências diretas, aonde o vampiro era ressuscitado graças a algum acidente (tipo Jason...) ou por algum seguidor. Além de outros como "As Noivas de Drácula (The Brides of Dracula)", de 1960, aonde o conde já está morto mas ainda deixou um 'filhote' pronto para dar sequência a busca por pescoços de donzelas desavisadas.